Cursos Técnicos Gratuitos (Campo Grande/MS)
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Desmistificando a origem do peixe Panga
Artigo com informações técnicas sobre importação do peixe da espécie Pangasius(Peixe Panga) oriundo do Vietnã. Fonte: MAPA – Gabinete do DIPOA – out/2011
Desmistificando a origem do peixe Panga
” Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o brasileiro consome, por ano, cerca de 7kg de peixe, sendo que a recomendação é de 12kg. Esse cenário pode ser atribuído, entre outros fatores, ao custo elevado do pescado no Brasil. Nesse contexto, iniciou-se, em 2009, a importação do peixe Panga, uma opção de excelente custo-benefício (25% mais barato que outras espécies, como a Merluza) ao consumidor, que ocasionou a forte aceitação do produto no mercado. Porém, o Panga começou a sofrer retaliações e a ser alvo de falsas atribuições com relação à sua origem, principalmente na internet, o que vem dificultando a sua consolidação no Brasil.
O Panga é cultivado há mais de mil anos no Rio Mekong, no Vietnã, um dos maiores rios do mundo, localizado no sudeste asiático.
Há muitos anos, é exportado para mais de 240 nações, entre elas os Estados Unidos, todos os países da Comunidade Européia, Japão, Rússia, Austrália, entre outros.
Só este fato bastaria para atestar sua qualidade e segurança para o consumidor.
Ainda assim, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) do Brasil realizou uma série de análises nesta espécie, com o objetivo de confirmar a alta qualidade do produto, que foi aprovado sem restrições.
O Panga tem as características que o consumidor brasileiro sempre desejou em um peixe: tem textura firme, cor branca, sabor suave e sem espinhas. É muito versátil, permite vários tipos de preparos (grelhado, frito, assado e ensopado) e possui um ótimo custo-benefício, por conta das técnicas avançadas de criação e processamento utilizadas pelo Vietnã. Além disso, destaca-se a praticidade do peixe congelado, comercializado limpo e em filés.
Desmistificar a origem do Panga pode ser um passo importante para atingir o consumo per capita de pescado indicado pela OMS. “
Dra. Rosa Santos – Médica Veterinária
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CONBRAN 2012
XXII Congresso Brasileiro de Nutrição | III Congresso Ibero-americano de Nutrição | II Simpósio Ibero-americano de Nutrição Esportiva | I Simpósio Ibero-americano de Nutrição Clínica baseada em Evidências | I Simpósio Ibero-americano de Produção de Refeições
Tema central: Alimentação Adequada e Sustentabilidade Social
Data: 26 a 29 de setembro de 2012
Local: Recife/PE – Brasil
www.conbran.com.br
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Legislações importantes ao Nutricionista
NBR 06 Equipamentos de Proteção Individual – EPI´s: http://www010.dataprev.gov.br/sislex/paginas/05/mtb/6.htm
RDC 12 ANVISA Regulamento técnico sobre padrões microbiológicos para alimentos: http://www.anvisa.gov.br/legis/resol/12_01rdc.htm
RDC 275 ANVISA Regulamento técnico de procedimentos operacionais padronizados: http://www.anvisa.gov.br/legis/resol/2002/275_02rdc.htm
RDC 216 Legislação de Boas práticas para serviços de alimentação: http://www.anvisa.gov.br/alimentos/bps.htm
Portaria Ministério da Saúde 518 Estabelece os procedimentos e responsabilidades relativos ao controle e vigilância da qualida de da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade:
http://dtr2001.saude.gov.br/sas/PORTARIAS/Port2004/GM/GM-518.htm
O Direito humano à alimentação (DHAA) e o Sistema nacional de segurança alimentar e nutricional (SISAN)
Curso: O Direito humano à alimentação (DHAA) e o Sistema nacional de segurança alimentar e nutricional (SISAN)
Gratuito – Via Internet
São 2.000 vagas. Corra e reserve a sua.
“A ASMAN incentiva sua participação. Atualmente ela apóia e participa de atividades de valorização ao DHAA, tendo cadeira ativa no CONSEA”
Informações e Inscrições: http://dhaa-sisan.faroseducacional.com.br
Objetivo do curso: Capacitar cerca de 2.000 atores sociais (governo e sociedade civil) que atuam no campo da Segurança Alimentar e Nutricional, buscando contribuir com a construção de competências individuais e coletivas para impulsionar a implementação do SISAN nos Estados, Distrito Federal e Municípios.
A quem se destina: Lideranças e representantes das organizações da sociedade civil, lideranças dos povos indígenas e comunidades tradicionais, membros dos Conseas e outros conselhos públicos, servidores e gestores do poder público das diferentes esferas de governo, procuradores e promotores do Ministério Público e outros atores relevantes na promoção do DHAA e na implementação do SISAN. Prioritariamente serão oferecidas vagas para conselheiros estaduais, distritais e municipais (governo e sociedade civil) integrantes de CONSEA(s) em funcionamento.
Duração e certificado: 60 horas (no período de 4 meses). Para receber o certificado de conclusão é necessário cumprir todas as atividades e avaliações propostas.
Metodologia: O curso será desenvolvido em plataforma própria de ensino a distância, onde o aluno receberá todas as instruções para as atividades didáticas e de comunicação com a comunidade do curso. Durante o curso os alunos terão o auxilio de especialistas em conteúdo e de tutores para esclarecimento de dúvidas.
Conteúdo: A elaboração do conteúdo é de responsabilidade da Ação Brasileira pela Nutrição e Direitos Humanos – ABRANDH. O Curso está dividido em 2 unidades:
1) A Soberania e a Segurança Alimentar e Nutricional e o Direito Humano à Alimentação Adequada e
2) Construindo competências para a implementação do SISAN.
Realização: ABRANDH – Ação Brasileira pela Nutrição e Direitos Humanos
Parceria e financiamento: Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional – SESAN, Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional – CAISAN, Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome – MDS
ABRANDH – Ação Brasileira pela Nutrição e Direitos Humanos
SCLN 215, bloco D, sala 115, Brasília – DF – Brasil – CEP 70.874-540. Fone:(61) 3340.7032 abrandh@abrandh.org.br http://www.abrandh.org.br
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